terça-feira, 16 de junho de 2026

Musica Popular Evangélica Brasileira

Etnomusicologia · Música Evangélica Brasileira · Artigo de Pesquisa

A Música Popular Evangélica Brasileira:
Das Tocatas da CCB a um Fenômeno Nacional

Da informalidade das fitas K7 no Sítio Pavão Bonito ao forró gospel do Nordeste — um conceito que atravessa denominações

Nota editorial: O termo "Música Popular Evangélica Brasileira" (MPEB) foi cunhado pelo autor deste artigo como proposta conceitual original para categorizar um fenômeno musical até então sem nomenclatura própria. Ele não pertence exclusivamente à CCB — como este artigo demonstra, é um processo cultural vivo em diversas denominações.
Resumo expandido Este artigo aprofunda a análise da música informal evangélica brasileira, tomando as "tocatas" da Congregação Cristã no Brasil (CCB) como ponto de partida e propondo que o fenômeno transcende seus limites. O conceito de Música Popular Evangélica Brasileira (MPEB), cunhado pelo autor, nomeia um processo de reapropriação cultural em que melodias hímnicas sagradas são reinterpretadas com elementos da música popular brasileira — do jazz ao forró, do choro ao baião — em contextos informais, comunitários e espontâneos.
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1. Introdução: Por Que Nomear?

Há um velho problema nas ciências humanas: a realidade sempre precede o conceito. Durante décadas, milhares de brasileiros sentaram em círculo com instrumentos de sopro, acordeom e tuba, tocaram hinos sacros com improvisação, floreios e sincopas — e ninguém soube bem o que chamar aquilo. Era "tocata"? Era "reunião musical"? Era simplesmente a fé se expressando em som?

O termo MPEBMúsica Popular Evangélica Brasileira surge para preencher essa lacuna. Não é um rótulo imposto de fora, mas uma descrição do que já existe: uma música nascida dentro das igrejas protestantes e pentecostais brasileiras, mas que transborda para o espaço informal, comunitário e festivo — e que, ao fazer isso, se torna popular no sentido mais amplo da palavra.

O ponto de partida, e o caso mais estudado, são as tocatas da Congregação Cristã no Brasil (CCB). Mas o fenômeno é muito maior.

2. As Tocatas da CCB: O Caso Fundador

2.1 O que é uma tocata, afinal?

Uma tocata não é culto. Não há pregação, não há autoridade eclesiástica presidindo, não há ordem litúrgica fixada. É uma reunião de músicos — irmãos de fé — que se juntam, frequentemente em sítios, quintais e salões improvisados, para tocar os hinos do hinário com toda a liberdade que o culto formal proíbe.

O musicólogo diria que a tocata é um espaço de performance prática informal. O fiel diria que é uma das maiores alegrias da vida na CCB.

Narrativa histórica

Conta-se que nas décadas de 1940 e 1950, no interior de São Paulo, os irmãos músicos chegavam de longe às reuniões evangelísticas e, antes ou depois dos cultos, juntavam seus instrumentos numa sala lateral, num terreiro ou debaixo de uma mangueira. Não havia microfone, não havia arranjo escrito. A tuba marcava o tempo com sua voz grave e percussiva, o trombone respondia com glissandos entre as notas, e o clarinete — sempre o clarinete — desenhava linhas que sugeriam mais do que diziam, contornando a melodia do hino como uma serpente elegante. Ninguém ensaiava. A música acontecia por osmose, pela memória e pela graça.

2.2 A sonoridade: um jazz de barrancos e lavouras

A comparação com o Jazz de New Orleans não é metáfora poética — é análise estrutural. Tanto o Dixieland quanto as tocatas da CCB são práticas de improvisação coletiva em cima de melodias conhecidas, onde cada instrumento tem uma função harmônica e rítmica definida, mas a ornamentação é livre e pessoal. A diferença está no repertório sagrado e na origem sociológica dos músicos: imigrantes italianos, caipiras do interior paulista, trabalhadores rurais pentecostais.

Elemento Jazz de New Orleans (Dixieland) Tocata CCB (MPEB)
Contexto de origem Casas de show, procissões fúnebres, bordéis de N.O. Sítios, reuniões evangélicas, pátios de igrejas
Repertório base Blues, spirituals, marchas Hinos do Hinário da CCB
Improvisação Coletiva e individual Coletiva ("floreios")
Instrumentos típicos Corneta, clarinete, trombone, tuba, banjo Trompete, clarinete, trombone, tuba, acordeom
Ritmo Sincopado, swingado Sincopado, "suingado"
Harmonia Sétimas, blues notes Sétimas, nonas, sextas
Registro social Popular, profano Popular, sagrado/informal

A sobreposição é notável. Ambos os gêneros emergiram de comunidades à margem dos centros culturais dominantes, ambos se baseiam em melodias preexistentes e conhecidas, e ambos valorizam o virtuosismo individual a serviço da textura coletiva. A tuba da tocata CCB, com seu papel rítmico-percussivo, cumpre exatamente a função do sousafone no jazz.

"A tocata é onde a doutrina dorme e a música acorda."
— dito popular entre músicos da CCB

3. Pavão Bonito: Onde a MPEB Ganhou Nome Próprio

3.1 A geografia da inovação

O Sítio Pavão Bonito, no município de Guapiara, encravado nas serras de Paranapiacaba no interior de São Paulo, entre Tatuí e Itapeva, é um lugar que não aparece em guias turísticos, mas que tem uma importância cultural desproporcional ao seu tamanho. Foi ali, na propriedade da Família Floriano, que o estilo mais ornamentado e "pesado" das tocatas se desenvolveu a partir dos anos 1940.

A região de Tatuí — cidade que abriga uma das mais tradicionais escolas de música do Brasil — parece ter influenciado o ambiente musical que produziu esses tocadores excepcionais, embora nenhum deles tenha estudado em sala de aula: aprenderam pelo ouvido, pela repetição, pela convivência.

3.2 A Família Floriano e o nascimento de um estilo

Acácio Floriano é o nome central do estilo que ficou conhecido como "Primitivo Pavão Bonito". Sob sua liderança informal, o sítio tornou-se ponto de peregrinação para músicos de toda a região. Não havia entrada cobrada, não havia convite formal: bastava chegar com o instrumento e o hinário na memória.

Seu irmão Ademiro Floriano (Irmão Miro), trompetista atuante desde 1945, representa a voz firme e precisa do estilo — sem excessos ornamentais, mas com uma solidez que servia de âncora para os floreios dos outros instrumentos.

Narrativa histórica

Dizem os que participaram das tocatas do Pavão Bonito nos anos 1970 que a música começava às quatro da tarde e só terminava com a madrugada. Os irmãos chegavam de ônibus, de caminhão de feira, a pé. Alguns dormiam no próprio sítio, enrolados em cobertores trazidos de casa. Entre um hino e outro, havia chimarrão, café coado no pano e muito testemunho. A música não era o centro — era o meio pelo qual tudo o mais acontecia. Mas que música.

3.3 Misael Berganton: o clarinete que redefiniu o possível

Se a Família Floriano é a fundação, Misael Berganton é o ornamento mais alto do edifício. Clarinetista de virtuosismo raro, Berganton elevou os "floreios" — as ornamentações melódicas que contornam os hinos — a uma linguagem própria, reconhecível, imitável mas nunca totalmente igualável.

Suas gravações em fita K7, feitas de forma amateur nos anos 1990, circularam de mão em mão entre os irmãos músicos como se fossem partituras sagradas. Hoje, digitalizadas e disponíveis no YouTube, essas gravações têm dezenas de milhares de visualizações — um número notável para um músico que nunca gravou em estúdio profissional, nunca se apresentou em palco e nunca saiu da CCB.

▶ Escute: Tocatas Históricas do Pavão Bonito

Pavão Bonito – CD Completo | Misael Berganton, Quinzinho, Lori e Cia Áudio extraído de fita K7 antiga • Gravação no Sítio Pavão Bonito • Raridade histórica
Tocata Pavão Bonito – Misael Berganton (ESCUTE ATÉ O FIM) Uma das mais emocionantes gravações do período clássico das tocatas
Pavão Bonito em Viagem de Visita – Misael João Berganton, Jairo e Cia Gravação em viagem evangelística • Demonstra a itinerância do estilo • Fita K7
Tocata Completa | Misael, Nanderson Berganton, Jairo, Tião, Eber, Betinho Múltiplas gerações da família Berganton reunidas • Estilo primitivo Pavão Bonito

3.4 Expansão: do Bairro da Enxovia ao Brasil

O estilo Pavão Bonito migrou do sítio para o Bairro da Enxovia, em Tatuí, que se tornou outra célula irradiadora do mesmo gênero. Dali, pela rede de relacionamentos entre os irmãos músicos, o estilo chegou a toda a região de Sorocaba e, progressivamente, a todo o Brasil — levado em fitas, depois em CDs gravados artesanalmente, hoje em vídeos do YouTube.

▶ O Estilo Pavão Bonito Hoje

TOCATA PAVÃO BONITO OS ORIGINAIS (DVD Exclusivo) – Bairro da Enxovia Josué (trompete), Daniel (clarinete), Hayller (acordeon), Bettinho (tuba) e mais
TOCATA PAVÃO BONITO 2024 – DVD Exclusivo O estilo primitivo permanece vivo na nova geração • Gravado em 2024
Tocata CCB "Clarinetinha" – igual ao Ir. Misael Berganton (Pavão Bonito) Demonstra a influência direta de Berganton nas gerações posteriores de clarinetistas

4. O Conceito MPEB: Uma Proposta do Autor

O termo Música Popular Evangélica Brasileira (MPEB) é uma cunhagem original proposta neste artigo. Não se encontra em dicionários, não foi sancionado por nenhuma academia, não é usado pelos próprios músicos que pratica. É uma ferramenta analítica — uma tentativa de dar nome ao inominado.

A lógica do conceito é simples: existe uma vasta produção musical criada por evangélicos brasileiros, enraizada no repertório hímnico das igrejas, que se realiza fora dos espaços litúrgicos formais e que incorpora elementos da música popular brasileira em sentido amplo. Essa produção não é "gospel" no sentido comercial contemporâneo. Não é "música sacra" no sentido clássico. É algo entre os dois — e precisamente por isso merece nome próprio.

Importante: A MPEB não pertence à CCB. A CCB é o caso mais estudado e documentado porque possui uma tradição musical mais coesa e fechada, o que torna os desvios informais mais visíveis e característicos. Mas o fenômeno existe em graus e formas variadas em praticamente toda denominação protestante ou pentecostal brasileira com tradição hímnica.

5. A MPEB Além da CCB: Manifestações em Outras Igrejas

Se a CCB ofereceu o caso paradigmático com suas tocatas, outras denominações desenvolveram seus próprios equivalentes — expressões musicais informais que reinterpretam hinos sacros com a linguagem da música popular brasileira. A seguir, os principais casos.

5.1 A Harpa Cristã e as Assembleias de Deus

A Harpa Cristã, hinário oficial das Assembleias de Deus com 640 hinos, é talvez o maior repositório de melodias sagradas em língua portuguesa no mundo. Assim como o Hinário da CCB, ela gerou uma cultura musical paralela ao culto formal.

Em todo o Brasil, especialmente no Nordeste, é comum encontrar músicos que tocam os hinos da Harpa em ritmos regionais — baião, xote, xaxado — em festas de igrejas, encontros de jovens ou simplesmente no terreiro de casa. Essa prática não tem nome oficial, não é aprovada pela liderança, mas acontece com a naturalidade das coisas necessárias.

A própria editora oficial das Assembleias de Deus (CPAD) lançou coleções de Harpa Cristã instrumental, reconhecendo implicitamente que os hinos têm vida além do canto congregacional.

Relato de campo

Em municípios do interior do Ceará, Pernambuco e Paraíba, é frequente que conjuntos de acordeom, zabumba e triângulo — formação clássica do forró — toquem hinos da Harpa Cristã em ritmo de baião. Não como paródia, não como provocação: como expressão genuína de fé, de acordo com a linguagem musical que esses fiéis conhecem desde criança. O hino "Alvo Mais que a Neve" em compasso de xote é, estruturalmente, o mesmo fenômeno do Hino nº 12 do Hinário CCB em estilo Dixieland.

5.2 O Forró Gospel: MPEB com nome próprio

O forró gospel é talvez a manifestação mais bem documentada e comercialmente estabelecida da MPEB fora da CCB. Surgido no Nordeste nos anos 1990, ele representa a fusão explícita entre o repertório evangélico e o forró — o gênero musical popular mais identificado com a cultura nordestina.

Bandas como Canção e Louvor e artistas como Cícero Oliveira (com sucessos como "Oxente Eu Sou É Crente") e Alice Maciel construíram carreiras inteiras nessa interseção. O fenômeno cresceu tanto que hoje o "forró gospel" é uma categoria reconhecida em playlists, premiações e plataformas de streaming.

A diferença em relação às tocatas da CCB é a comercialização: o forró gospel entrou no mercado, ganhou selos e gravadoras. As tocatas, deliberadamente, permaneceram fora dele — o que paradoxalmente preservou sua pureza formal.

5.3 O Choro e os Hinos Protestantes Históricos

As igrejas históricas — Presbiteriana, Metodista, Batista — que chegaram ao Brasil no século XIX trouxeram um repertório hímnico de origem anglo-saxônica. Nos grandes centros urbanos, especialmente São Paulo e Rio de Janeiro, é possível documentar uma prática análoga às tocatas: músicos que, em contextos informais, reinterpretam esses hinos no estilo do choro brasileiro.

O choro, considerado o primeiro gênero genuinamente urbano da música popular brasileira, usa exatamente os instrumentos que aparecem nas tocatas da CCB: clarinete, trombone, trompete. A diferença é apenas de repertório e contexto sociológico. Estruturalmente, um hino metodista tocado em estilo chorão é MPEB.

Denominação Hinário base Manifestação MPEB Estilo musical
CCBHinário nº 5TocatasJazz / Dixieland
AD (Nordeste)Harpa CristãHinos em baião/xoteForró, baião, xaxado
AD (geral)Harpa CristãForró gospelForró eletrônico, piseiro
Igrejas históricasHinários protestantesHinos em estilo choroChoro, maxixe
Pentecostais diversasVariadoSertanejo gospel, rock gospelSertanejo, MPB, rock

5.4 O Sertanejo Gospel e a MPEB Contemporânea

A explosão do sertanejo gospel nos anos 2010–2020 é a versão contemporânea do mesmo fenômeno. O processo é idêntico em todos os casos: o hino sacro original é revestido com o estilo musical dominante na cultura popular do grupo em questão. O que muda é o estilo; a lógica permanece a mesma.

6. Linha do Tempo da MPEB

Anos 1910–1930

Fundação da CCB (1910) e das primeiras igrejas da Assembleia de Deus no Brasil (1911). Estabelecimento dos hinários como repertório musical das comunidades. Primeiras orquestras da CCB surgem a partir de 1932.

Anos 1940–1950

Início das tocatas no Sítio Pavão Bonito. Acácio Floriano e Ademiro Floriano (Irmão Miro, trompetista desde 1945) constroem o estilo "Primitivo Pavão Bonito". Nos sítios do interior de SP, a música informal floresce à margem da liturgia oficial.

Anos 1960–1970

Consolidação do estilo no Bairro da Enxovia, Tatuí. Expansão para toda a região de Sorocaba. No Nordeste, hinos da Harpa Cristã começam a ser tocados informalmente em ritmos regionais.

Anos 1980–1990

Misael Berganton grava tocatas em fitas K7 que circulam como relíquias entre músicos da CCB. Surgimento do forró gospel no Nordeste. As fitas K7 democratizam a circulação da MPEB.

Anos 2000–2010

O forró gospel se consolida como gênero comercial. As fitas K7 são digitalizadas e chegam ao YouTube — as tocatas alcançam público nacional pela primeira vez.

Anos 2010–2026

Explosão do sertanejo gospel e do piseiro gospel. Tocatas do Pavão Bonito acumulam dezenas de milhares de visualizações. O fenômeno cruza para o mainstream. Cunhagem do termo MPEB como proposta analítica.

7. Conclusão: O que a MPEB Nos Diz sobre o Brasil

A trajetória que vai das tocatas do Sítio Pavão Bonito ao forró gospel do TikTok nordestino conta uma história mais ampla sobre a cultura brasileira: a capacidade de sincretismo musical que não reconhece fronteiras entre o sagrado e o popular.

O Brasil — país que produziu o choro, o samba, a bossa nova e o baião — não poderia ter gerado uma música religiosa impermeável às forças da cultura popular. O que a CCB desenvolveu em suas tocatas, as Assembleias de Deus desenvolveram no forró gospel, e as igrejas históricas desenvolveram no choro sacro: é o mesmo impulso de encarnar a fé na língua musical do povo.

O termo MPEB é, ao fim, uma homenagem a esse impulso. Uma tentativa de reconhecer que, quando o Irmão Miro pegava seu trompete no Sítio Pavão Bonito e Misael Berganton começava seus floreios de clarinete, eles não estavam apenas tocando hinos. Estavam inventando um gênero.

A música popular evangélica brasileira é onde a doutrina encontra o ritmo — e o ritmo, invariavelmente, vence.

Referências e Recursos Audiovisuais

Tocatas CCB — Canal CCB Oficial: youtube.com/@CCBOficial

Playlist: Tocatas Misael Pavão Bonito: youtube.com — playlist completa

História da Música na CCB (vídeo institucional): youtube.com/watch?v=36hbibxxupQ

Breve História da Música na CCB (narração): youtube.com/watch?v=G1zHeD85xk8

Harpa Cristã Instrumental (CPAD): cpaddigital.com.br

Artigo base: "A Música na Congregação Cristã no Brasil: Da Institucionalização às Tocatas e a Gênese da Música Popular Evangélica Brasileira" — documento de origem deste estudo expandido.

Artigo produzido com base em pesquisa documental e audiovisual.

O conceito MPEB — Música Popular Evangélica Brasileira é proposta analítica original do autor.

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domingo, 18 de fevereiro de 2024

O Poder da Fé em Deus - O milagre do Gás


A Importância da Confiança

Muitas vezes, nos deparamos com situações difíceis em nossas vidas que nos levam a questionar nossa fé em Deus. No entanto, é nessas horas que devemos lembrar do poder do Senhor e confiar que Ele sempre proverá para nós.

Um exemplo inspirador dessa confiança no poder divino é o testemunho de um homem brasileiro que enfrentou a falta de gás em sua casa. Ele relata que, em determinado dia, sua esposa mencionou que o gás havia acabado. Sem dinheiro para comprar um novo cilindro, o homem decidiu pedir ao vendedor que lhe desse o gás e pagaria na semana seguinte. Infelizmente, o vendedor recusou o pedido.

A Providência Divina

Desesperado, o homem pediu a Deus que lhe mostrasse uma solução. Ele decidiu orar e confiar que o Senhor proveria uma resposta. Passaram-se quinze dias e o homem estava preocupado com a falta de gás em sua casa. Foi então que ele passou em frente a uma loja e o proprietário gritou para ele pegar o cilindro vazio que havia deixado lá há quinze dias. O homem ficou surpreso e correu para buscar o cilindro.

Quando chegou em casa e contou para sua esposa sobre o ocorrido, ela também ficou chocada. Durante esses quinze dias, eles haviam cozinhado todas as refeições sem o gás, utilizando apenas o fogão a lenha. A esposa pensava que o marido havia comprado um novo cilindro, mas na verdade, o cilindro estava no chão da cozinha o tempo todo.

A Fé que Não se Abala

Esse testemunho de fé nos mostra o poder da confiança em Deus. Mesmo diante de situações difíceis e aparentemente impossíveis, devemos acreditar que Ele nunca nos abandonará. Ainda que as pessoas falem mal ou duvidem do nosso Deus, devemos permanecer firmes em nossa fé.

O homem do testemunho menciona que algumas pessoas falaram mal dele e duvidaram do poder de Deus. Porém, ele não se abalou, pois sabia que o Deus que ele servia era maior do que qualquer crítica ou fofoca. Ele reconhece que Jesus também foi julgado e crucificado, mas isso não o impede de continuar acreditando e servindo ao Senhor.

O Poder da Oração

Em momentos de dificuldade, a oração é uma ferramenta poderosa para nos conectar com Deus e encontrar a paz. Quando nos encontramos em situações semelhantes à do homem do testemunho, devemos buscar a Deus em oração e entregar nossa preocupação a Ele. Assim como o homem, podemos confiar que Deus nos ouve e responderá às nossas necessidades.

Esse testemunho nos encoraja a lembrar que Deus está sempre presente em nossas vidas, mesmo nos momentos mais difíceis. Se enfrentamos tribulações, podemos ter a certeza de que Deus nos guiará e nos ajudará a superá-las.

A Chama que Deus Acendeu

A mensagem final desse testemunho é que a chama que Deus acendeu em nossa vida é única e ninguém pode apagá-la. Não importa o que os outros digam ou pensem, devemos permanecer firmes em nossa fé e confiança no Senhor.

Portanto, não se preocupe com o que os outros falam ou pensam. Se você tem o testemunho de Deus em sua vida, saiba que Ele sempre estará ao seu lado, independentemente das circunstâncias.

O Poder de Deus é Incomparável

Não existe nada mais poderoso do que a presença de Deus em nossas vidas. Ele é capaz de realizar milagres e transformar as situações mais difíceis em vitórias. Mesmo que o mundo tente nos desencorajar, podemos confiar que Deus está agindo em nosso favor.

Esse testemunho nos ensina a confiar em Deus, independentemente das aparências ou opiniões alheias. Ele é o nosso provedor e nos ama incondicionalmente. Portanto, não importa o que você esteja enfrentando, lembre-se de que Deus está ao seu lado e cuidará de você.

A Paz em Deus

Conclusivamente, esse testemunho nos ensina que a paz de Deus nunca nos deixará. Independentemente das dificuldades que enfrentamos, podemos confiar que Ele nos guiará e nos dará forças para superar todas as adversidades.

Portanto, não se preocupe com o que os outros falam ou pensam. Confie em Deus e na chama divina que Ele acendeu em sua vida. Ele é o nosso refúgio e nossa fortaleza, e sempre estará ao nosso lado, nos conduzindo à vitória.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Análise da Crise na Congregação Cristã no Brasil: Disputa pelo Poder e Controle

 


Introdução

A Congregação Cristã no Brasil está enfrentando uma crise de alcance internacional. Os anciãos mais antigos dos Estados Unidos promoveram uma alteração no Estatuto da organização religiosa em seu país, restringindo a influência, opinião e diretrizes e decisões da sede mundial da Congregação Cristã aqui no Brasil sobre os assuntos relacionados àquela nação. Isso resultou na exclusão de cinco anciãos dos Estados Unidos da comunhão da Congregação Cristã no Brasil, representada pelos anciãos mais antigos do BRS em São Paulo.

A Complexidade do Assunto

Embora inicialmente não tivesse a intenção de abordar esse tema, devido ao grande número de mensagens que tem recebido de membros da Congregação Cristã no Brasil que acompanham o canal do irmão Carlos Reinar desde o início da sua trajetória no YouTube, ele se sente na obrigação de dar uma satisfação e expressar sua opinião. É importante ressaltar que sua intenção é abordar essa questão de maneira imparcial, respeitando ambos os lados envolvidos.

A Disputa pelo Poder e Controle

O que fica evidente nessa situação é uma disputa pelo poder e controle. A Congregação Cristã no Brasil, localizada no Brás, mantém um domínio sobre todas suas igrejas em todo o país, além de inúmeras congregações ligadas e subordinadas ao Brasil espalhadas pelo mundo. Por sua vez, a Congregação Cristã nos Estados Unidos busca emancipar-se e tornar-se uma igreja independente daquela nação.

A História da Centralização de Poder

Falando sobre a história da Congregação Cristã no Brasil, desde seus primórdios como Assembleia Cristã até sua transformação na Congregação Cristã no Brasil, é possível observar que o irmão Luís Franciscon não era favorável à centralização de poder da forma como é praticada atualmente. Essa é uma observação baseada na pesquisa do historiador Itamar Coutinho, que detalha toda a história da denominação. No entanto, cada denominação possui sua própria maneira de administrar seus assuntos eclesiásticos.

O Caso do Ministério de Jandira

Um exemplo dessa divisão e disputa por poder ocorreu em 2010, quando o ex-ancião da CCB Samuel Trevisan decidiu sair da Congregação Cristã e fundar sua própria igreja, conhecida como Congregação Cristã Ministério de Jandira. Essa divisão resultou em muitos problemas e sofrimento para a igreja, levando à destruição de famílias e à perda de muitos membros.

A Atual Situação nos Estados Unidos

A atual situação entre a Congregação Cristã no Brasil e a Congregação Cristã nos Estados Unidos assemelha-se à divisão ocorrida em 2010. Os anciãos responsáveis pela mudança do estatuto nos Estados Unidos continuam a conduzir suas igrejas e atender aos cultos normalmente. No entanto, a Congregação Cristã no Brasil excomungou esses anciãos, resultando na ruptura da comunhão espiritual entre as duas igrejas.

O Papel do Diálogo e do Respeito

O que se espera é que as duas partes envolvidas possam resolver esse problema com amor e diálogo, buscando a orientação divina e a liderança do Espírito Santo. Independentemente do desfecho, é importante lembrar que são irmãos em Cristo e que Deus possa abençoá-los e conceder-lhes a capacidade de ganhar muitas almas para o Reino Dele.

Conclusão

A Congregação Cristã no Brasil está passando por uma crise que pode resultar em uma nova dissidência, semelhante ao que ocorreu em 2010 com a Congregação Cristã Ministério de Jandira. É triste ver a igreja perder membros e enfrentar divisões, mas é importante que todos os envolvidos busquem a reconciliação e a unidade em Cristo.



Descubra os detalhes da crise na Congregação Cristã no Brasil, uma disputa pelo poder entre suas sedes nos Estados Unidos e no Brasil. Saiba mais aqui.

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Biografia do Irmão Louis Francescon




Louis Francescon nascido em Cavasso Nuovo, Província de Pordenone, 29 de março de 1866 e falecido em Oak Park, Illinois, 7 de setembro de 1964 foi um ancião italiano, pioneiro do movimento pentecostal italiano, fundando os núcleos iniciais que resultaram nas Assembleias Cristãs na Argentina, na Assembleia de Deus na Itália e nas International Fellowship of Christian Assemblies, nas Congregações Cristãs Pentecostais, na Congregação Cristã no Brasil, bem como outras congregações independentes.

Proveniente de família pobre, era filho de Pietro Francescon e Maria Lovisa, não chegou a concluir o segundo ano da escola elementar.

Aos quinze anos foi para a Hungria, ganhou a vida até os vinte anos com a arte de criar mosaicos, um ofício bastante valorizado na época. Serviu ao exército durante aproximadamente três anos. Aportou na América na cidade de Chicago no dia 3 de março de 1890, onde foi recebido pelo seu irmão Osvaldo Francescon com qual havia estado pela ultima vez na Hungria.

De acordo com suas notas autobiográficas, foi convertido por Michele Nardi, um evangelista adenominacional mas com comunhão com a Aliança Cristã & Missionária em 1891, e em 1892, junto dos irmãos de fé valdenses, fundaram a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, onde Francescon exerceu o ministério de diácono. No ano de 1901, Francescon passa a desempenhar o ministério de ancião da Primeira Igreja Presbiteriana Italiana. Na Igreja Presbiteriana Italiana conheceu Rosina Balzano com quem se casou no ano de 1895, teve seis filhos.

Suas memórias citam uma experiência pessoal, em princípios de 1894 quando estava em Cincinnati, Ohio, por motivo de trabalho. Ajoelhado em seu quarto, lendo Colossenses 2.12 (da Bíblia), que trata do batismo por imersão, Francescon teria ouvido, segundo seu relato, uma voz que lhe disse duas vezes:

"Tu não obedeceste a este meu mandamento"; ao que teria respondido: "Senhor, jamais alguém me falou neste assunto". Sua carreira de fé mudou após esse acontecimento. A partir desta experiência, Francescon passa a questionar a prática do batismo por aspersão e, posteriormente, a praticar o batismo por imersão.

Nove anos após a revelação do batismo por imersão, em 6 de setembro de 1903, por motivo de viagem do pastor Filippo Grilli, Francescon como ancião presidia a reunião e teve a oportunidade de falar com a igreja sobre tal batismo.

Nesta reunião Francescon fez o convite a igreja para assistir ao seu batismo por imersão, realizado em 7 de setembro de 1903, no Lake-front de Chicago, onde compareceram ao todo 25 membros da Igreja Presbiteriana Italiana, dos quais 18 entre eles Francescon, foram batizados por Giuseppe Beretta, que fora batizado na Igreja dos Irmãos.

Quando o pastor Filippo Grilli retornou, Francescon pediu para dirigir algumas palavras a igreja antes do sermão. Tendo permissão questionou a igreja sobre sua conduta durante a ausência do pastor, como ninguém testificou nada contra ele, novamente falou do batismo por imersão e em seguida apresentou sua demissão do cargo de ancião. Aqueles que foram batizados por Giuseppe Beretta acompanharam Francescon.

Assim iniciou-se uma pequena comunidade evangélica livre, sem denominação alguma, que realizava suas reuniões em residências.

Em julho de 1907, sua esposa teve a experiência de falar em novas línguas, cuja compreensão teológica pentecostal é que seja a evidência da promessa do Espírito Santo. Ele próprio também recebeu dias após, em 25 de agosto, na Missão pentecostal localizada na W. North Ave, 943.

Essa igreja era conduzida por William Durham, pastor holiness entusiasmado com a mensagem pentecostal. A igreja do grupo de Beretta, reunida na West Grand Avenue, em Chicago aceitou a doutrina do Batismo no Espírito Santo proposta por Francescon em setembro de 1907, voltando ele a ocupar o ofício de ancião naquela igreja.

Em janeiro de 1908, junto de Durham batizou nas águas cerca de 70 desses novos irmãos, alguns dos quais milagrosamente foram libertos de doenças crônicas e incuráveis, entre os quais um por nome Giacomo Lombardi. Mais tarde, esse grupo passou a chamar Assembleia Cristã, da qual em 1925 emergiu a Congregação Cristã de Chicago.

Em março do ano seguinte, Francescon e Lombardi, ambos casados e com seis filhos, abandonaram seus empregos e integraram-se à causa da fé. Em 4 de setembro, junto com Lucía Menna embarcaram de Chicago para Buenos Aires chegando na Argentina, em janeiro de 1910, fundaram o núcleo do que seria a primeira denominação pentecostal da Argentina Assembleia Cristã na Argentina.

Brasil Da Argentina, seguiram até São Paulo, em 08 de março de 1910, onde permaneceram até 18 de abril, quando Lombardi retornou para Itália e Francescon seguiu para Santo Antônio da Platina, no Paraná, onde chegou dois dias depois. Durante sua estada, onze pessoas aderiram à sua doutrina.

Por contrariar a fé tradicional da população local, Francescon não foi benquisto e regressou para São Paulo, em 20 de junho. Chegando naquela cidade, cerca de 20 pessoas (na maioria presbiterianos, batistas e metodistas) adotaram a nova doutrina divulgada por Francescon, que instituiu a Felippe Pavan como ancião da igreja que posteriormente seria designada Congregação Cristã no Brasil e retornou aos Estados Unidos.

Veio dez vezes ao Brasil até 1948. Em 1940, o movimento tinha 305 "casas de oração" e dez anos mais tarde, tinha 815,[carece de fontes]

Outros países Francescon começou igrejas em Los Angeles, St. Louis, e Filadélfia, antes de partir em missões no exterior na Argentina, Brasil e Europa. De seu trabalho surgiram várias denominações, tais como a Igreja Cristã da América do Norte, a Assembleia Cristã na Argentina, Congregação Cristã no Brasil, Assembleia de Deus na Itália e Congregações Cristãs Pentecostais. No entanto, Francescon se opunha a organizar formalmente uma denominação e deixou a Igreja Cristã da América do Norte em 1949.

Conheça mais sobre a vida do irmão Luis Francescon nesse belíssimo trabalho feito pelo irmão Itamar Coutinho, clique no link abaixo:

"Biografia do Irmão Loui    s Fr        ancescon"

sábado, 5 de agosto de 2023

O Enigma da Tristeza

No turbilhão dos dias, há momentos em que a tristeza invade meu coração como uma sombra inesperada. Acomoda-se silenciosamente em um cantinho, à espera de respostas que nem eu mesma sei fornecer. O que fazer com essa tristeza, afinal?

Ela é como uma visita indesejada que bate à porta da alma, sem convite prévio. Às vezes, é resultado de desilusões, perdas ou simplesmente uma nuvem cinza que parece cobrir tudo ao redor. Mas o verdadeiro desafio é decidir o que fazer com esse sentimento que insiste em nos acompanhar.

Há quem prefira afastá-la, fingindo que não existe, buscando refúgio em distrações efêmeras, como redes sociais ou séries intermináveis. Mas a tristeza não se dissipa assim tão facilmente; ela aguarda pacientemente seu momento para se manifestar novamente.

Outros tentam negá-la, forçando um sorriso nos lábios e adotando uma postura de força, como se fossem inabaláveis. Porém, a tristeza é parte essencial da experiência humana, e negá-la é negar a própria humanidade.

Talvez a resposta esteja em aceitar essa emoção como parte de quem somos, sem julgamentos ou autopunições. Permitir-se sentir tristeza é uma forma de autocompaixão, é como abraçar o lado mais vulnerável de nós mesmos.

Em meio a essa introspecção, é preciso também entender que a tristeza não precisa ser permanente. Assim como as tempestades passam e dão lugar ao sol, a tristeza pode dar espaço à esperança e à alegria.

Compartilhar essa emoção com alguém de confiança também pode aliviar o peso que ela traz consigo. Um amigo, um familiar ou um profissional capacitado para ouvir podem ser pontos de apoio para enfrentar a tristeza de forma saudável.

É necessário reconhecer que a tristeza não é um fardo a ser carregado sozinho e em silêncio, mas sim um sinal de que estamos vivos e vulneráveis. Ela pode nos ensinar lições valiosas sobre nós mesmos e sobre a vida.

Portanto, o que fazer com a tristeza? A resposta não é única nem imediata. É um processo delicado de aceitação, autoconhecimento e busca por apoio emocional. E, mesmo que não saibamos exatamente o caminho a seguir, a tristeza, quando acolhida e compreendida, pode se transformar em um farol que nos guia para um lugar de maior equilíbrio emocional e crescimento pessoal.

terça-feira, 21 de março de 2023

Resumo do livro cristão "O Peregrino" uma jornada espiritual para a salvação

 



"O Peregrino" é um livro cristão escrito por John Bunyan que narra a jornada espiritual de um homem chamado Cristão em busca da salvação de sua alma. A obra é uma alegoria que utiliza a trajetória de Cristão como metáfora para a jornada de fé que todo cristão deve percorrer para alcançar a vida eterna.

Cristão vive em uma cidade chamada "Cidade da Destruição", que é condenada à destruição por causa de seus pecados. Atormentado por sua culpa, ele decide empreender uma jornada em busca da salvação e da redenção de seus pecados. Durante sua jornada, ele encontra personagens como Obstáculo, Apolião, Formalista e Hipocrisia, que representam os diferentes tipos de pessoas e lutas internas enfrentadas pelos cristãos em sua caminhada de fé.

Ao longo de sua jornada, Cristão enfrenta diversos obstáculos e tentações, incluindo a tentação de desistir e voltar para a Cidade da Destruição. No entanto, ele persevera e, com a ajuda de Deus e de outros personagens que encontra pelo caminho, segue em frente em sua busca pela salvação.

O livro enfatiza a importância da fé, da perseverança e da luta contra o pecado na busca pela salvação. Cristão aprende que a vida cristã é uma jornada árdua e cheia de desafios, mas que a recompensa final é a vida eterna e a comunhão com Deus. Ele compreende que, apesar de suas fraquezas e falhas, Deus sempre está presente para ajudá-lo e guiá-lo em sua jornada.

A mensagem principal do livro é que, para alcançar a salvação e a vida eterna, é necessário renunciar aos pecados e seguir o caminho de Deus. A obra ensina que, embora a jornada possa ser difícil e desafiadora, a recompensa final é maior do que qualquer sofrimento temporário. Cristão compreende que a salvação não é conquistada por mérito próprio, mas é um presente divino que deve ser buscado com humildade e confiança em Deus.

Além disso, "Peregrino" enfatiza a importância da comunidade cristã e da ajuda mútua na jornada de fé. Cristão encontra personagens que o ajudam em sua jornada e aprende que é através do apoio e da comunhão com outros cristãos que ele pode superar as dificuldades e seguir em frente em sua busca pela salvação.

Ao final do livro, Cristão alcança seu destino, a "Cidade Celestial", que representa a vida eterna e a salvação. Ele é recebido com festa e se reencontra com outros personagens que havia conhecido ao longo de sua jornada. "Peregrino" é uma obra profundamente religiosa que ensina aos leitores sobre a importância da fé, da perseverança e da comunhão com Deus e com a comunidade cristã na busca pela salvação e pela vida eterna.

https://bunyanministries.org/

segunda-feira, 20 de março de 2023

Salmo de uma Alma em Grande Provação



1 Ó Deus, ouve a minha súplica,

atenta para a minha voz em clamor. 2 Em minha angústia eu clamo por Ti, pois sei que só em Ti posso encontrar socorro. 3 Tu és a minha rocha e o meu refúgio, a minha fortaleza em tempos difíceis. 4 Não me desampares, ó Deus, não me deixes à mercê dos meus inimigos.

5 Em meio à minha aflição, ergo meu coração a Ti em louvor. 6 Pois mesmo em meio à escuridão, eu sei que Tu és a luz que me ilumina. 7 Tu és o meu escudo e a minha proteção, a minha força e a minha salvação.

8 Em Tua presença encontro descanso, em Teus braços encontro paz. 9 Mesmo que tudo pareça perdido, eu confio em Ti, ó Deus, pois sei que em Tuas mãos está o meu destino.

10 Louvado seja o Teu nome, que é digno de toda adoração e louvor. 11 Que toda a terra se curve diante de Ti, e que todas as nações Te glorifiquem. 12 Pois Tu és o Deus soberano, o Criador de todas as coisas, e em Ti está a fonte da vida eterna.

13 Em meio à minha aflição, eu clamo a Ti em oração. 14 Que a Tua mão poderosa me sustente, e que a Tua graça me guie pelos caminhos da vida. 15 Que o Teu amor incondicional me envolva, e que a Tua misericórdia me acompanhe sempre.

16 Louvado seja o Teu nome, que é digno de toda adoração e louvor. 17 Que o Teu Espírito Santo me fortaleça, e que a Tua palavra seja a minha luz. 18 Pois em Ti encontro a minha segurança, e em Ti encontro a minha paz.

19 Que a Tua bênção repouse sobre mim, e que a Tua presença me acompanhe sempre. 20 Pois em Ti está a minha esperança, e em Ti está a minha salvação.

Amém.